Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina

“Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, novo longa-metragem de Elizabete Martins Campos é selecionado para Première Brasil do Festival do Rio

RIO DE JANEIRO — Em outubro, o filme “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, roteirizado, dirigido  e produzido por Elizabete Martins Campos, terá sua première nacional na edição de 2026 do Festival do Rio, dentro da programação da Première Brasil na Mostra Retratos.

Cena do Filme “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” de Elizabete Martins Campos – Foto: Ciro Thielmann

“Ao todo, 101 filmes farão parte da programação do 28º Festival do Rio, que acontece entre os dias 1 e 11 de outubro. Escolhidos entre um total de quase 1.500 longas e curtas-metragens inscritos, os  filmes compõem um amplo panorama da produção audiovisual brasileira, reunindo diferentes narrativas, linguagens, gêneros e modos de produção, refletindo a vitalidade e a diversidade criativa do cinema realizado no país”, divulgou oficialmente o Festival do Rio, em seu site, nesta quinta dia 27 de agosto.

Sinopse

Ao entrar numa sala de cinema, Maria Alcina atravessa a própria tela e é projetada em um portal atemporal, numa viagem por sua trajetória que se mistura com momentos marcantes da história brasileira. 

Da Vila Minalda, em Cataguases, à descoberta de sua voz, dos chãos das fábricas aos palcos, da lona de circo a Nova York, ela passa por carnavais, fantasmas da censura, performa e canta uma sinfonia de memórias, dores e glórias, que reacendem a alegria em um ensaio sobre o Brasil

A trilha sonora com mais de 35 canções ajuda a contar a história e apresenta um repertório já gravado na voz da mineira Maria Alcina e músicas originais feitas para o filme, todas interpretadas pela cantora e os arranjos inéditos são de Yuri Queiroga. As composições vão dos clássicos a novos compositores brasileiros, entre eles: Ary Barroso, Luiz Gonzaga, João Bosco, Aldir Blanc, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Zeca Baleiro, Neguinho da Beija-Flor, Sérgio Sampaio, Arnaldo Antunes,  Thaylis Carneiro, Levi Alves, Eric Do Vale, Salvador Sassá.

Elizabete Martins Campos

Diretora do filme  Elizabete Martins Campos  – Foto: Leliane de Castro

“Trabalhar com a trajetória de Maria Alcina é imergir na própria matéria-prima da nossa identidade. Ela é o riso que desafia a mordaça, o corpo que transgride padrões e a voz que reverbera o alto astral do povo brasileiro. Exibir na Première Nacional, do Festival do Rio, é um momento muito importante para todos nós, essa que é uma das principais janelas do cinema nacional.  Poder partilhar, com o público, essa catarse coletiva que é este longa com Alcina é um momento de coroação, depois de tantos anos trabalhando juntas”, Elizabete Martins Campos, diretora.

Cantora Maria Alcina e Elizabete Martins nos bastidores das filmagens do jogo entre Corinthians e Flamengo, no dia 22 de março de 2026, no Neo Química Arena, em São Paulo – Foto: Larissa Diniz

Maria Alcina

“Ai, que emoção maravilhosa! Minha gratidão e alegria são imensas por estarmos no Festival do Rio, nessa cidade maravilhosa que sempre me recebeu de braços abertos, com tanto amor, desde o comecinho da minha carreira, na Brazuca Produções, no Number One, e depois aquele estrondo no Maracanãzinho, no Festival Internacional da Canção de 1972… Foi ali que o Brasil me viu, me conheceu e me abraçou para sempre. Voltar ao Rio com esse filme é reviver toda essa paixão”, comentou a cantora Maria Alcina ao receber a notícia.

Cena do Filme “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” de Elizabete Martins Campos – Foto Breno Conde

Mônica Botelho

“Cresci respirando arte e sempre acreditei na cultura como uma extensão da própria vida, capaz de impulsionar o desenvolvimento humano, social e econômico. Nascer em Cataguases é carregar a herança de uma terra fértil que deu ao mundo nomes como Humberto Mauro, Ary Barroso e a nossa inigualável Maria Alcina. Sempre tive o desejo profundo de realizar um projeto que exaltasse a potência de Alcina, um ícone que sintetiza tão bem a nossa identidade local e do Brasil.

Ver a nossa comunidade reunida, com artistas locais atuando, compositores da região assinando faixas da trilha sonora, técnicos e fornecedores da cidade trabalhando juntos, foi uma experiência inesquecível. Lançar este filme na tela do Festival do Rio, no momento recente, em que celebramos os 120 anos do Grupo Energisa, traz uma sensação ímpar de orgulho e missão cumprida”, Mônica Botelho, Empresária, Liderança Cultural e Incentivadora do Cinema Brasileiro.

Mônica Botelho, Empresária, Liderança Cultural

Delânia Cavalcante

“Patrocinar o documentário ‘Alegria Brasil’, estrelado por Maria Alcina, tem relação direta com os mais de 20 anos de incentivo da Energisa ao audiovisual na Zona da Mata Mineira. Ao lado do Polo Audiovisual da Zona da Mata, temos fortalecido uma produção cinematográfica que valoriza o território, seus personagens e sua identidade cultural. A história desta artista icônica de Cataguases se insere plenamente nesse propósito.

Agora, sua trajetória chega ao cinema pelas mãos da diretora Elizabete Martins Campos, com um olhar sensível e uma abordagem muito própria sobre a vida e a obra da cantora. 

Temos muito orgulho de apoiar uma obra que, ao contar uma história profundamente ligada à música brasileira, também contribui para projetar a cultura e a produção audiovisual da Zona da Mata para além do território. Nossa expectativa é que o documentário circule pelos principais festivais do país e, principalmente, que encontre no público a mesma força e sensibilidade que reconhecemos nessa história”, afirma Delânia Cavalcante, gerente de Investimento Social do Grupo Energisa.

Delânia Cavalcante, Gerente de Investimento Social do Grupo Energisa

Fernando Costalonga

“Para nós da Energisa, é motivo de orgulho apoiar um filme que celebra a trajetória de Maria Alcina, uma artista singular que representa a força criativa e a diversidade cultural de Cataguases, de Minas e do Brasil. Investir nessa produção é valorizar nossos talentos, preservar nossa memória e reconhecer na cultura um importante vetor de desenvolvimento e transformação”, comenta Fernando Costalonga, diretor-presidente da Energisa Minas Rio.

Fernando Costalonga, diretor-presidente da Energisa Minas Rio

César Piva

Segundo César Piva, presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, ao longo dos últimos anos, o Polo Audiovisual realizou dezenas de produções tendo Cataguases e a Zona da Mata, como território de criação e cenário para obras de diferentes gêneros e formatos. Essas produções contribuíram para movimentar a economia local, gerar oportunidades de trabalho, qualificar profissionais e fortalecer uma cadeia produtiva audiovisual cada vez mais presente na região.

Cesar Piva, presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais – Foto: Pedro Chaves

“Ainda faltava contar uma história que nascesse da nossa própria memória e que reconhecesse uma personalidade contemporânea tão singular. Agora, não falta mais, “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” representa esse encontro entre audiovisual, território, memória e cultura. O filme revela a trajetória afetiva, a personalidade e a força de uma grande estrela da música brasileira, cuja história merece ser conhecida e projetada para todo o Brasil”, afirma Cesar Piva.

Realização

“Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, é uma realização da It Filmes, em parceria com o Polo Audiovisual da Zona da Mata,  AnimaParque, Fábrica do Futuro, patrocínio  da Energisa, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG, incentivo FSA/BRDE/ANCINE,  apoio cultural do Instituto Energisa,Tecidos Cataguases, Film Commission/Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Cataguases.  Distribuição Circulabit – Tudo Mov.

Ficha técnica

ALEGRIA BRASIL, ESTRELANDO MARIA ALCINA

Documentário, Colorido e P&B, 90 min, 2026

Roteiro, direção e produtora: Elizabete Martins Campos
Vozes e performance: Maria Alcina
Produtor Executivo: Luiz Gustavo Guimarães
Direção de fotografia: Ciro Thielmann, Breno Conde, Murilo Salazar
Imagens: Ciro Thielmann, Breno Conde, Murilo Salazar, Elizabete Martins Campos, Beto Magalhães, Leliane de Castro, Alonso Pafyeze, Paolo Giron
Som direto: Bruno Jose da Silva, Ayo Lima
Microfonista: Bruno Mahais
Montagem: Lorena Ortiz, Elizabete Martins Campos
Assistente Montagem: Pedro Chaves, Leliane de Castro, Guilherme Aguiar
Direção de arte: Alonso Pafyeze, Leandro da Silveira
Assistente de Direção de Arte: Claudia Marques Paes
Produção: Henrique Vieira, Leliane de Castro, Karina Potira, Stefany Carli, Pedro Marcos de Oliveira
Assistente de produção: Leandro Guimaraes, Sônia Aparecida Gonçalves, Larissa Diniz
Produção de Elenco: Letícia Rachid Machado 
Trilha Sonora: Maria Maria Alcina, Yuri Queiroga
Produção Musical:  Thiago Marques Luiz 
Direção Musical: Elizabete Martins Campos
Desenho de som: Pablo Lamar, Elizabete Martins Campos, Lorena Ortiz
Edição de som e mixagem: Pablo Lamar
Elétrica e Maquinaria: Juliano Braz (kibe), Rodrigo Sapulha 
Finalização de  Imagens e Acessibilidades: Sem Rumo
Figurino: Guilherme Rodrigues (Maria Alcina), Angélica Braz (figurantes) 
Figurantes: Alcininhas: Thalita de Cassia Reis, Natalia Cordeiro, Amber Rodrigues, Maria Eduarda de Araujo, Tatiana Pitcher;  Palhacinhas (os): Leticia Rachid Machado, Stefany Carl, Mariana Camilo, Roberta Rodrigues (Bolonhesa), Samara Lobo, Heitor Nóbrega, Henna Marques
Jurídico Thiago Flores, Joaquim Dias
Licenciamento de Músicas: Maria Creusa Meza 
Design Gráfico: Eduardo Linke e Leliane de Castro
Web design: Eduardo Linke
Controller e Prestação de Contas: Márcia Cristina dos Santos, Cris Lima e Cristiane Gazzinelli Miranda

Parceria: Polo Audiovisual Zona da Mata, Fábrica do Futuro, Anima Parque
Patrocínio/Apresenta: Energisa
Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG
Incentivo: FSA/BRDE/ANCINE
Apoio Cultural: Instituto Energisa, Film Commission/Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Cataguases

Empresa Produtora e Distribuidora: IT Filmes, Comunicação e Entretenimento
itfilmes@itfilmes.com.br / itproducao@gmail.com / +55 31 36655162
Instagram: @maria_alcina_alegria_brasil

Informações para a imprensa

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Bastidores das filmagens - cantora-Maria Alcina e a cineasta Elizabete Martins Campos / foto: Ciro Thielmann

Cinema, Futebol e Música: Elizabete Martins Campos filma Maria Alcina em clássico Corinthians x Flamengo para o longa “Alegria Brasil”

SÃO PAULO – domingo, 22 de março, o maior clássico das multidões ganha as telas do cinema sob uma perspectiva única. A cineasta Elizabete Martins Campos sobe a arquibancada para filmar a icônica cantora Maria Alcina durante o jogo entre Corinthians e Flamengo, no Neo Química Arena, em São Paulo, pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro.

As cenas integrarão o longa-metragem “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, um ensaio
fílmico sobre a identidade brasileira.

O registro não é por acaso

Maria Alcina carrega em sua voz hinos de devoção às duas maiores torcidas do País. Em 1976, deu vida a “Camisa 10 da Gávea”, em homenagem a Zico; logo depois, em 1977, imortalizou “Coração Corinthiano / Transplante Corinthiano”. No filme, a presença da artista no estádio simboliza o encontro histórico dessas paixões.

“Esta filmagem consagra o que há de mais brasileiro: a união entre música, futebol e cinema. Existe algo mais Brasil que isso?”, indaga a diretora Elizabete Martins Campos.

Uma Trilogia sobre a Brasilidade

“Alegria Brasil, estrelando Maria Alcinal” é o segundo título de uma trilogia que Elizabete vem desenvolvendo sobre as raízes e a força da cultura nacional. O primeiro projeto foi o premiado longa “My Name is Now” com a eterna Elza Soares.

As novas imagens captadas em São Paulo se somarão ao material já filmado em agosto de 2025, em Cataguases (MG), cidade natal de Maria Alcina e berço histórico do cinema brasileiro. O contraste entre o interior mineiro e a efervescência do estádio paulista reforça o caráter ensaístico da obra, que busca entender o Brasil através de seus ícones.

Sobre o Filme

Atualmente em fase de pós-produção, “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” levará para o cinema mais de 38 músicas brasileiras, entre elas 15 composições regravadas com arranjos novos ou gravadas pela primeira vez na voz da cantora Maria Alcina, especialmente para o projeto.

O longa conta com uma equipe de artistas talentosos, que vem se dedicando aos trabalhos de finalização. O projeto busca parceiros de distribuição para levar essa celebração da “alegria-resistência” às telas de todo o País.

“Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” é uma realização da It Filmes, em parceria com o Polo Audiovisual da Zona da Mata, patrocínio do GRUPO ENERGISA, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG, investimentos FSA/BRDE/ANCINE, via o edital Coinvestimentos Regionais 2018/Cataguases, apoio cultural Instituto Energisa, Fundação Ormeo Junqueira Botelho Animaparque, Fábrica do Futuro, Tecidos Cataguases, Film Commission/Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Cataguases e Oton Penas.


SERVIÇO:

Filme: : “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” (Direção: Elizabete Martins Campos)
Ação: Filmagem com Maria Alcina no jogo Corinthians x Flamengo
Data: 22 de março de 2026
Local: São Paulo, SP
Site oficial: https://itfilmes.com.br/mariaalcina/
Instagram: @maria_alcina_alegria_brasil

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

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Resultado das Músicas premiadas 

Maria Alcina


Com satisfação e gratidão viemos agradecer as compositoras e compositores da Zona da Mata Mineira, com suas mais de 30 músicas inscritas  no CONCURSO COMPOSIÇÃO MUSICAL –  LONGA MARIA ALCINA, ALEGRIA BRASIL”Com alegria anunciamos as duas músicas premiadas: 

Categoria: música (letra e melodia):

MÚSICA: “DE KTÁ TE CATEI“
COMPOSITORA: THAYLIS CARNEIRO 

Categoria: Música instrumental

MÚSICA: “ALEGRIA BRASIL (INSTRUMENTAL)“
COMPOSITOR: EMANUEL MESSIAS

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Aos 74 anos, Maria Alcina ganha filme documentário sobre a vida dela: ‘Eu não sabia e não lembrava que tinha feito tanta coisa’

Mineira de Cataguases, multiartista terá a vida retratada em ‘Maria Alcina, alegria Brasil’ com lançamento previsto para 2024.

Maria Alcina — Foto: Mateus Capelo/Divulgação

Uma explosão de cor, personagens, artes, vozes e talento. O que é Maria Alcina nos palcos? Difícil descrever, mas fácil recordar, como a primeira vez em que “Fio Maravilha” foi interpretada, logo na sétima e última edição do Festival Internacional da Canção (FIC).

Ela é uma artista que circula em diferentes meios, tanto por interpretar tão distintos compositores, de diferentes épocas e gêneros, como por performances sonoras, cênicas e visuais. Por toda essa história, Maria Alcina vai ser retratada em um filme documentário: “Maria Alcina, alegria Brasil”. O lançamento está previsto para 2024.

Por Pedro Emerenciano*, g1 Zona da Mata — Cataguases
https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2023/05/14/aos-74-anos-maria-alcina-ganha-filme-documentario-sobre-a-vida-dela-eu-nao-sabia-e-nao-lembrava-que-tinha-feito-tanta-coisa.ghtml